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Exposições
Em cartaz durante todo o festival.
10:00
até 19:00
exposição
São Paulo e seus trabalhadores
Sala 17
A exposição reúne documentos do acervo do Arquivo Histórico Municipal de São Paulo — fotografias, plantas, prontuários, folhas de ponto, cartas e processos administrativos — para reconstruir as histórias dos trabalhadores que atuaram na construção do Mercado Municipal, do Parque do Ibirapuera e do Edifício Ramos de Azevedo. Ao evidenciar presenças e ausências nos registros, a mostra questiona a invisibilidade de operários, mulheres, pessoas negras e populações pobres na história oficial da cidade, afirmando o arquivo como espaço de indagação, descoberta e justiça memorial.
Apresentar, por meio de uma mini exposição composta por documentos do acervo do Arquivo Histórico Wanda Svevo, os bastidores da realização das Bienais de São Paulo e a diversidade de trabalhadores envolvidos em sua produção. A proposta busca evidenciar como a realização da Bienal mobiliza centenas de profissionais de diferentes áreas e estabelece relações com a dinâmica da cidade, contribuindo para sua ocupação e transformação temporária por meio do trabalho, da arte e da cultura.
A intervenção artística “Poesia nas Alturas” leva ao público uma experiência única que une poesia, música e a presença marcante dos pernaltas, transformando espaços cotidianos em territórios poéticos. Inspirado nas manifestações populares brasileiras, o espetáculo resgata a tradição dos trovadores e brincantes, misturando versos autorais, emboladas, repentes e cantorias de raiz.
Com performances dinâmicas e interativas, os artistas pernaltas transitam entre o lirismo e a ludicidade, criando momentos de encantamento para todas as idades. A trilha sonora do espetáculo mistura ritmos populares como coco, maracatu e ciranda, dando vida a uma experiência que envolve o público em um universo de poesia em movimento.
Seja em festivais, praças ou eventos culturais, “Poesia nas Alturas” trans…
Memorabilia: qual a sua memória sobre trabalho em São Paulo?
Saguão
Fazer uma intervenção, utilizando os engradados, onde as pessoas colocam suas memórias sobre o trabalho, os estudos, a mobilidade urbana e o seu movimento pelo território. No mesmo engradado, colocaremos algumas propostas do Memorabilia relacionadas ao trabalho para divulgar o Dicionário de Ruas e o Programa Memorabilia.
A visibilidade contemporânea de Joaquim Pinto de Oliveira Tebas
Saguão
Mesa de Abertura sobre Joaquim Pinto de Oliveira, Tebas, um dos mais importantes arquitetos do século XIX, com domínio da técnica de construir edifícios aplicando pedras de cantaria. Conversa será conduzida pelos pesquisadores Amália Cristóvão dos Santos, Ramatis Jacino , Carlos Gutierrez Cerqueira, com mediação de José Abilio Ferreira, escritor e co-fundandor do Instituto Tebas.
O Núcleo Educativo convida o público a participar de um exercício de escrita de cartões-postais a partir de imagens do acervo do Arquivo Histórico Municipal. A proposta é experimentar uma forma de correspondência não instantânea, refletindo sobre as relações com o tempo, as memórias afetivas e o território paulistano.
História, Memória e Preservação do Solar da Marquesa de Santos
Sala 26
A proposta consiste na realização de uma palestra (ou roda de conversa?) que relacione o processo de elaboração do Plano de Gestão de Riscos do Solar da Marquesa de Santos (MCSP) com a história e a memória do patrimônio edificado e seu acervo museológico. Vamos apresentar aspectos da trajetória do Solar e de seus usos ao longo do tempo por meio de pesquisa de documentos, fotografias e outros registros disponíveis no AHM e no MCSP. Essas informações serão relacionadas ao trabalho realizado atualmente pelo NEPIM, envolvendo as visitas técnicas, levantamentos, registros fotográficos e identificação de danos, vulnerabilidades e riscos presentes na edificação. A palestra terá o intuito de mostrar como o conhecimento sobre a história e a materialidade do imóvel contribui para compreender os ris…
Quem tem direito à memória da cidade? Educação de jovens e adultos, trabalho e territórios
Auditório
Atividade de mediação e produção de memória que propõe aos participantes refletir sobre os lugares da cidade que marcaram suas trajetórias de trabalho, estudo e vida. A partir das experiências de estudantes e profissionais da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e do MOVA, serão discutidas as relações entre memória, trabalho, território e direito à cidade, questionando quais histórias são preservadas pelos arquivos oficiais e quais permanecem invisibilizadas.
Ao longo da atividade, os participantes poderão registrar suas memórias em cartões, post-its ou ferramentas digitais, contribuindo para a construção coletiva de um “Mapa de Memórias da EJA”, reunindo lugares significativos da cidade e as experiências a eles associadas. A proposta busca compreender a EJA como um arquivo vivo da cidad…
Por uma memória do Complexo Psiquiátrico de Juquery.
Sala 16
A apresentação abordará a história do Complexo Hospitalar do Juquery e sua influência no desenvolvimento urbano, social e demográfico do município de Franco da Rocha e de sua região, destacando seu papel como elemento estruturador da ocupação e expansão territorial local. A partir da perspectiva da memória da cidade, serão discutidos o projeto arquitetônico do Complexo, concebido sob uma lógica de arquitetura disciplinar que o materializou como uma verdadeira “cidade autônoma”, e sua relação com a constituição e o crescimento de Franco da Rocha. Nesse contexto, será também destacado o papel ativo do Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP) no resgate, na preservação e na curadoria ético-histórica dessa memória.
Também discutirá a atuação do Arquivo Público do Estado de São Paulo (A…
Cultura, Trabalho e Educação na Revista do Arquivo Histórico Municipal
Sala 26
A atividade "Mesa Redonda" proposta pelas pesquisadoras Fernanda e Sueli propõe um debate com moderação a partir do tema Cultura, Trabalho e Educação sob um recorte específico da Revista do Arquivo Histórico Municipal (RAM), disponível no acervo do AHM. A atividade prevê tempo para participação (interação) com o público presente por meio de perguntas e/ou comentários.
Criado em 2007, no Bom Retiro, o Samba do Bule é um núcleo de pesquisa e prática do samba paulista que reúne músicos, artistas, moradores do bairro e parceiros de diferentes áreas da cultura.
Ao longo de sua trajetória, desenvolve rodas de samba, pesquisas, oficinas, shows e ações culturais voltadas à valorização e difusão da música e da cultura popular. Seu trabalho parte da pesquisa de repertórios, compositores e tradições do samba paulista, estabelecendo diálogos entre memória, território e criação artística.
Com atuação no Bom Retiro e em outros espaços culturais de São Paulo, o Samba do Bule também mantém parcerias com instituições culturais, projetos sociais e iniciativas educativas, levando o samba para diferentes públicos e contextos.
Em quase duas décadas de atividade, o Bule…
Do documento ao jogo: criando ferramentas educativas a partir do arquivo.
Sala 22
A fala tem como objetivo apresentar a experiencia da equipe de ação educativa do Arquivo Publico do Estado de São Paulo na criação de um jogo pedagógico sobre a obra arquitetônica de Joaquim Pinto de Oliveira, Tebas. Composto por dois baralhos, um dedicado á trajetória histórica do mestre pedreiro negro e outro com objetivos do jogo, o material propõe que os participantes montem, com módulos de madeira os elementos arquitetônicos característicos de suas obras. A proposta busca discutir como documentos de arquivos podem se transformar em materiais educativos capazes de produzir novas formas de aprendizagem e aproximação com a historia.